Os três acordos assinados por Cidadãos com o PSOE andaluz são quase um corta e cola, literal, do discurso de posse proferido por Susana Díaz, perante o plenário do Parlamento autonómico no passado dia quatro de maio. SEM DEMISSÕES. “Se vão Chaves de noronha e o PSOE na espanha assina o pacto anticorrupção, desejamos nos sentar e tratar.
Mas sem esse passo prévio, não”, presumió reiteradamente Rivera depois de as eleições do passado dia vinte e dois de março. No pacote de medidas de regeneração democrática da Administração que assinaram ontem com os socialistas, os Cidadãos lembra “soltar-se neste momento a qualquer cargo público que for indiciado por corrupção política”.
todavia, agora aceita aguardar até que o juiz Alberto Jorge Barreiro esclareça a quem mantém as acusações por fraude dos ERE para requisitar-lhe, pois, a Susana Díaz, que lhes exigido abandonarem as Cortes. RESPONSABILIDADE LIMITADA. No segundo ponto do decálogo, que será anunciado em abril, o PSOE, o grupo parlamentar que lidera João Marin pediu “responsabilidade patrimonial subsidiária dos partidos políticos em casos de corrupção de seus cargos públicos”.
Essa proposta não foi assumida na presidenta em exercício da Junta no seu discurso de investidura. LISTAS ELEITORAIS. Local está defendendo a nível nacional, uma reforma da lei eleitoral para que haja listas “abertas”, de modo que os eleitores possam escolher livremente entre candidatos de diferentes partidos e na ordem de preferência que quiser. Agora aceita em escolha, a proposta do PSOE andaluz de listas “desbloqueadas”: o eleitor vota em um partido único, no entanto pode riscar os nomes de candidatos específicos e trocar a ordem da listagem. O ADEUS À SEGUNDA VOLTA?
- Dois A revolução social de 1936 e o governo de José Giral (julho-setembro 1936)
- III Prêmio de Convivência Cívica Catalã (2007)
- 18Se a respeito da votação de investidura. Aqui várias imagens do debate
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San Fernando, escolhido exatamente pra ter praticidade para o transporte dos envolvidos. A iniciativa da reunião foi, desse modo, do general Franco. De fato, nada mais se instalar aquele no Palácio dos Golfines de cima, os falangistas, eles organizaram uma concentração de massa em que foi aclamado como chefe e salvador de Portugal.
Presidiu o encontro Cabanellas, e participaram assim como os membros do Conselho de Franco, Mola, Queipo de Llano, Dávila, Saliquet, Gil Yuste, Orgaz, Montaner e Moreno Calderón. Também estava o general Kindelán, que não era afiliado do Conselho. Não se tratava, em vista disso, de uma reunião do Conselho precisamente mencionada. Não existe nenhum acta da reunião, em vista disso é árduo saber exatamente como se passaram as deliberações, salvo pelo relato dos próprios membros. Kindelán é quem mais dados foi fornecido.
Parece que na manhã ele Orgaz e tentaram até três vezes suscitar a discussão a respeito da charada do comando único, mas, ao cabo de 3 horas e meia não tinha conseguido abrir o debate. A circunstância alterou-se durante a refeição, consumada numa fazenda próxima do agricultor de reses bravas Antonio Pérez Garçom e servida por uma das filhas de este para manter a discrição.
o Alcoolismo da sessão, só Cabanellas se pronunciou contra a nomeação de um General e a favor de preservar o sistema de um diretório. O decidido apoio de Mola pros partidários de Franco fez com que Queipo de Llano não se atreveu a mostrar a sua oposição em público. Após optar que era preciso nomear um rei, passou-se a escolher a pessoa mais adequada. Na verdade, não parece que ninguém teria duvidado que nunca, se se toma a decisão de nomear um comando unipessoal, Franco seria o escolhido. O galego era general-de-divisão —classificação máxima militar naquele momento— apesar de que ocupava apenas o 23º local no ranking.
