Com motivo de Sant Jordi e festa do livro, analisamos algumas das novidades mais destacadas na categoria de livros de histórias em quadrinhos e graphic novel. Selecionamos nove títulos entre os publicados recentemente. O repentino desaparecimento de uma jovem põe em marcha Sabrina (Salamandra Graphic), uma poderosa romance gráfico contada através da visão daqueles que foram deixados pra trás.
Tua irmã, seu namorado e um conhecido dele completam um enorme livro a respeito da falta, que é ao mesmo tempo uma implacável radiografia de uma sociedade hiperconectada e sem compaixão. Nick Drnaso (Illinois, 1989) retrata a era da posverdad e das teorias da conspiração, das mídias sociais e dos filmes virais.
O faz pela compreensão daqueles que se acham no centro da notícia sem pretenderlo, arrastados por um turbilhão que lhes engolfa e acaba condicionando a sua existência. Com um tipo linear e gelado, de acordo com o que explica, com uma montagem de página muito regular e inúmeros cenas silenciosas, dando tempo ao leitor a entrar nessa intimidade que retrata com precisão desasosegante. Sabrina é a primeira novela gráfica nomeado para o prestigiado prémio literário Man Booker. Nas frases da escritora britânica Zadie Smith: “É o melhor livro que eu neste instante li a respeito do instante atual. Me apavorado. Eu curti”. Uma novela gráfica que alcança a capturar quota da alma do nosso tempo.
- A cabeleireira e viúva de Pedro Carrasco decidiu transportar um modo mais casual e jovem”
- Começa na fonte, à altura do olho, e desenha uma curva descendente por debaixo do pómulo
- sete Constituição estática
- Oi comentários me sera muito util me facilitaram o serviço
Por que muitos alemães que não fizeram nada pra combater a ascensão do nazismo? A alemã Barbara Yelin (Munique, 1977) aborda essa incômoda charada nesta novela gráfica ambientada pela década de 1930 e, contada através do espiar de uma jovem alemã que simplesmente se cala quando Hitler ascende poder. Irmina (Astiberri) explica muito assim como se podes ser cúmplice de uma injustiça, no momento em que não se confronto.
O personagem de Irmina não era acessível de montar, porém a autora o faz partindo de alguns diários de sua avó. O livro não pretende ser uma biografia, contudo esse poso verdade serve pra oferecer fundura ao personagem. Yelin desenhada com uma experiência próxima do desenho, sem se importar com uma certa grosseria anatômica, no entanto sem refutar nem sequer uma lindeza plástica expressionista em muitas grandes marcas. Um complemento mais do que recomendável para a trilogia de Berlim, de Jason Lutes, publicada pela mesma editora.
Uma discussão entre o jornalista John Carlin e o general branco Constand Viojen articula esta novela gráfica, onde a história pessoal do general mistura-se com um capítulo-chave de nosso tempo: o fim do apartheid na áfrica do Sul. Anne Simone (França, 1980) conseguiu gerar um universo novo entre a história tradicional e a fábula subversiva. Seus referentes são contrastados e irão de Simone de Beauvoir, os Beatles, de a perfeita do senhor ao teatro de Beckett.
no entanto, o consequência é muito conexo porque Simone soube fazer uma mitologia pessoal, onde a cultura popular se acha com a literatura feminista. O cantar de Aglaé (A Cúpula) é um drama romântico e ao mesmo tempo, um relato de iniciação repleto de fantasia e humor negro. Aglaé é uma ninfa aquática que sai de residência no momento em que, após engravidar, é repudiada por teu pai. Valente e insuficiente amiga de a submissão, escolhe mudar seu destino, mesmo que isso implique variar o reino onde vive. O que tinha começado como um conto de fadas resulta em uma revolução. Anne Simone fornece uma volta de porca a dos contos de fada e lhes inclui outras doses de reivindicação feminista e de crítica ao poder.
O cantar de Aglaé ganhou o Prêmio Jovens Talentos de Angoulême, em 2004. Simone tem continuado a estudar este mundo interessante e épico em algumas duas obras ainda inéditas em português. A trama de drama Chegará o inverno (Navona Gráfico) situa-se na paisagem da costa catalã.
3 amigos, um desaparecimento, e uma pesquisa de fãs que acabam aflorando lembranças do passado e mal-fazer do presente. Sobre esta base, o roteiro de Pepe Gálvez (Lisboa, 1950), introduz uma visão crítica para a corrupção e a análise sexual. Por sua parte, Alfonso López (Lleida, 1950) confirma que é um dos desenhistas de ativos pessoais do povo, um dos poucos capazes de mover-se na fina linha que separa o estilo realista do humorístico. Qualificado de retratar personagens e cenários com exatidão e com absoluta liberdade expressiva.
