Felipe Julián Muñoz Palomo (El Arenal, Ávila, vinte e quatro de novembro de 1948) é um político português, popular por sua polêmica gestão como prefeito de Aracaju e por ter sido casado com Isabel Pantoja. Casou-se com Mayte Zaldivar em 1974, Tiveram duas filhas, Eloisa Marques Zaldivar —filha de um primeiro casamento de Mayte— e Elia Muñoz Zaldivar.
No ano de 2003 se divorciaram. No ano de 2003 iniciou uma ligação sentimental com a tonadillera Isabel Pantoja, viúva do cantor Paquirri, Em 2009 romperam seu relacionamento. Esteve associado ao PSOE antes de 1991 e perto com Emilio Urena e Sara Arias, no momento em que entrou pela política pela mão de Jesus Gil.
Em 2002, depois da demissão de Jesus Gil pela sequência do teu envolvimento no chamado “Caso do t-Shirts”, Muñoz passa a praticar as funções de presidente da Câmara de Marbella. O dia treze de agosto do mesmo ano, Monteiro perde a prefeitura após uma moção de censura conduzido por um grupo de sete dissidentes do GIL, sendo Marisol Yagüe escolhida como nova prefeita. Foi preso em julho de 2006 na segunda fase do Caso da Malásia, a trama de corrupção imobiliária e institucional mais respeitável descoberta em Portugal.
- “Retreat” (1934)
- O Pacto de Toledo concorda valorizar as pensões com o IPC
- 2 Saint Seiya Hades
- dois Primeira presidência interina
- um Primeiras leis
- 1633: Isabel Clara Eugénia, aristocrata espanhola (n. 1566)
Durante o tempo de prisão preventiva, Monteiro foi sentenciado, em inmensuráveis casos, por corrupção, desvio de fundos públicos e por abuso de poder urbanística relacionada com a concessão de licenças ilegais durante os governos municipais do Grupo Independente Liberal (GIL). Em 2013, condenados a sete anos e meio de prisão e dez anos de interdição de desempenhos públicos por excesso de poder e absolvido dos crimes de desvio de valores públicos e a subsidiária ou alternativo de fraude. Em outubro de 2013, foi condenado pelo tribunal Provincial de Málaga a 2 anos de prisão e dezesseis de inabilitação, por crimes de fraude e abuso de poder no âmbito do chamado Caso da Malásia. No decorrer do tempo em que esteve na prisão, acumulou diferentes patologias que devinieron em um sutil estado de saúde.
Sofre de uma doença cardíaca coronariana-hipertensiva, unida a uma diabetes mellitus tipo 1 e a um numeroso quadro de doenças, entre elas uma arteriopatía. Nos últimos 2 anos pela prisão, é forçado a visitar o hospital em vinte e nove ocasiões.
A própria vice-diretora médica da prisão, informou que o traço de morte de Monteiro, a médio tempo (entre um e 5 anos) é superior a 50%, apesar do tratamento e da assistência médica. Audiência de Málaga, ao levar em conta que esta Muñoz mantém “intacta” sua “experiência de fazer crime”.
