apesar das fake news, apesar de os trolls, apesar da vigilância em massa e da kardashianización das notícias, Jeff Jarvis continua otimista sobre o futuro da web. Jornalismo da CUNY (Universidade da Cidade de Nova York) e criador do web site BuzzMachine.
Jarvis, a sua passagem pela conferência Changing Media patrocinada pelo The Guardian, em Londres. O mea culpa de Jarvis, com apelo estendido às organizações de ensino e aos cidadãos, contrasta com o triunfalismo tecnológico das últimas citações. Há como que um ar penitente nessa reunião anual da mídia em mudança, voltada desta vez não tanto para os desafios do futuro como as contradições perturbadores do presente. O consequência, segundo Viner, é a “degradação da verdade”, e nessa encruzilhada são os meios de intercomunicação como o que dirige -e em que Jarvis favorece-. Agora, até que ponto a tecnologia está contribuindo pra distorcer a verdade?
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você passa por umas simples turbulências ou pela tempestade perfeita? é esse o futuro que vem ou se pode prosseguir a discutir de democracia digital? CUNY, que há primeiro uma chamada pros velhos meios pra que deixem de observar para o umbigo e ir ao encontro do público no novo meio ambiente digital. O fact-checking e o jornalismo social, segundo acredita, serão as duas ferramentas básicas pra recuperar a firmeza perdida. Berners-Lee, numa carta aberta no jornal The Observer.
John McCarthy construiu o termo “inteligência artificial”. Chatterbox “Eliza”. Se bem que não “pensa” reage a palavras-chave, com o qual se produz uma interação mais “humana”. Robô Shakey”. O primeiro robô móvel que combina movimento, assimilação e solução de dificuldades. Deep Blue. O micro computador que venceu o campeão de xadrez Garry Kasparov.
2011 Watson. A súpercomputadora ganha dois dos melhores competidores do jogo Jeopardy! Chatterbox “Eugene Goostman”. Simula ser um fedelho de 13 anos de idade e o convence a 33% dos juízes. Isso Significa que conseguiu ir no Teste de Turing? AlfaGo. Vence a Fan Hui, o campeão europeu de Go. Emma. Um pc treinada para a pesquisa e consulta financeira, ganha em velocidade para a repórter Sarah O’Connor.
Chatbot “Tay”. Programa projetado para entabular conversas informais com adolescentes; “aprenda” do lugar e se torna agressiva e rude. Esse padrão de ensino computacional (redes neurais profundas) é a estratégia predominante no campo da inteligência artificial e não é nada de novo (olhe Como você vê? Não.
Watson é um tipo de rede neural que processa a linguagem cotidiana. Outro exemplo do mesmo é o Siri, o assistente virtual de telefones iPhone. Siri, todavia, não seria páreo para Watson pelo motivo de nem sempre domina o significado de uma frase, tais como, algumas vezes interpreta questões, afirmações, e muitas de tuas respostas são pré-programadas (pergunte quanto é zero entre zero).
O desempenho de Watson foi fantástico em razão de pôde interpretar frases afetadas, visualizando três respostas possíveis, acionar uma campainha para requisitar a expressão e, enfim, verbalizar a pergunta. Mas bem como cometeu erros: em algum momento se perguntou a respeito de uma cidade norte-americano e respondeu Toronto com 5 pontos de interrogação.
