O Boom Do ‘turismo Cambial’ Colapsa Venezuela

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O Boom Do ‘turismo Cambial’ Colapsa Venezuela

“Esse negócio é o que nos permite pagar o grande gasto de vida em que navega no nosso estado há alguns anos”, diz, resignado Sofia, uma professora de 54 anos. Como Sofia, a Agregação Internacional de Transporte Aéreo relata que há outros 800.000 venezuelanos, 80% a mais do que em 2012, que adquiriram bilhetes pra viajar perante a nova modalidade estabelecida como “turista cambial”. “Sem demora, os venezuelanos não queremos nos dar o luxo de viajar por entusiasmo, porém por negócio e em períodos que não excedam a 3 dias” detalha Sofia. O propósito nesse tipo de turismo é iludir o rigoroso controle cambial imposto pelo governo venezuelano desde há mais de uma década.

A lei nacional prevê que cada cidadão tem um número atribuído pelo Estado pra comprar as divisas necessárias em caso de viagens ao exterior, aquisição de remédios, negócios ou estudos. Nenhum venezuelano podes fazer emprego de dólares ou euros, sem a chancela governamental. Ante este sistema, cada pessoa conseguirá obter o visto de comprar como valor máximo de us $ 3.000 se você viajar para a Europa ou Ásia, e entre trezentos e 1.500 dólares para países mais próximos, como Peru, Equador, Colômbia e México. “Não importa se você viajar por três dias, ou 3 semanas” adiciona Gutiérrez.

Esta escassez de divisas estrangeiras no país tem montado um mercado paralelo, em que a compra de um dólar fora do sistema oficial, pode entrar a custar oito vezes de preço elevado do que o valor inicial. “Há 3 meses eu pedi um orçamento pra viajar a Lima e a agência me falou de 600 dólares.

Hoje, esse mesmo trajeto tem um preço que exceda os 3.000 dólares. É a loucura, é desespero, que temos os venezuelanos de buscar a existência em um nação com uma inflação superior a 48%”, diz Lorena Alcalá, arquiteta que vive em Caracas. É bem como a Venezuela torna-se uma espécie de ilha com promessas mínimas de entrada e saída. Como é o negócio? O governo venezuelano instaura o valor oficial do dólar, que atualmente é de 6.000 bolívares. Isso é o que cobra a entidade bancária por cada dólar que você gasta no exterior com teu cartão de crédito. “Em começo, o Estado se aprova somente um valor pra utilizar seu cartão de crédito no exterior.

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Esse valor necessita teoricamente ser destinado pra pagar hotéis, refeições, passeios, remédios e materiais. Nunca oferece dinheiro, entretanto por intervenção de cartões. Esta limitação levou o dinheiro seja o mais demandado no país”, explica Soraya Lermo, analista venezuelana.

A pesquisa foi colocado o preço do dólar pras nuvens. O comerciante de lima Ricardo González faz cota deste “turismo cambial”. Este negócio expandiu-se para grandes dimensões nos últimos meses. Até o ponto em que há venezuelanos que pagam por volta de us $ duzentos pessoas que “ceder” tua cota atribuído pelo governo.

Os comerciantes compram bilhetes a quem lhes renderam suas vagas, para atender a exigência do governo de ativar os cartões de crédito após exibir o respectivo recibo de viagem. Todavia só alguém viajando com o cartão de todos, permitindo uma poupança de até 50% dos custos iniciais. Humberto Figueres, presidente da Agregação Venezuelana de Linhas Aéreas, indica que a quantidade de passageiros que não se expõe para afrontar os voos chega mesmo a 40 por cento. “Eu paguei trezentos dólares aos meus dois primos, o certo a usar seus cartões de crédito.

Lizardo é dono de um salão em Hospitalet de Llobregat, e confessa que possivelmente aceita a solicitação de “turistas de câmbios”. O comerciante garante que a maioria dos venezuelanos acreditam que acessam a fazer este tipo de negócio, contra o grande custo de existência no povo.

O governo venezuelano procura frear este mercado paralelo siga em voraz desenvolvimento. Para esta finalidade, O presidente da estatal Comissão de Administração de Divisas (Cadivi), José Khan, disse que se intensificaram os operacionais de fiscalização dessa modalidade de fraude.

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